28 março 2017

Minha viagem para a Tailândia - parte 2



Ao 
escrever sobre as praias da Tailândia achei tudo muito clichê: praias exóticas lotada de turistas, passeios superficiais, gastronomia peculiar rica em seafood  que depois de 10 dias comendo a mesma coisa dão um embrulho no estômago, cerveja barata por quase 1 dólar e festinhas nas praias badaladas. Embora isso seja bem batido, quem vai sabe o quanto é único e incrível a sensação de estar lá.

Foi quando me veio na mente que o principal objetivo dessa viagem foi encontrar com amigos queridos. Sobre os gastos dessa viagem embora achem que é barato, a minha não foi e gastei em média 4.500 mil dólares para conhecer o sudoeste Asiático. Não abrimos mão de ficar nos melhores hotéis, de conhecer cada badalada ilha e de fazer tudo o que queríamos fazer. 

Então, o que estava escrevendo perdeu forma, por que não fazia mais sentido escrever sobre o que fazer, para onde ir, quanto custou e todo esse blá blá blá. Para isso, há milhares de incríveis blog explicando. Essa viagem trouxe uma série de aprendizados (com alguns errinhos) do qual quero aplicar para minha vidaE um dos ensinamentos que quero compartilhar é que não se engane: viajei para fugir. Fugir do que estava me afligindo, fugir do que estava temendo.

Encontrei

Mas, foi nessa fuga que encontrei.
 Ou melhor: reencontrei. Me reconectei com sentimentos, sonhos, desejos que pretendo realizar bem em breve. É muito fácil se encantar com as praias da Tailândia. E ela ajuda a “abrir sua mente”. 
Se você gosta de lindas praias, bons passeios, sol quente, água de coco, vida boa e bem mansa, ouso dizer que você amará as praias. Misturando tudo isso com o agito noturno que as ilhas oferecem, as famosas “poolparty e uma boa comida repleta de seafood sua viagem será perfeita: mistura uma rica gastronomia mais com uma boa energia.

Mas se você não gosta de a
gito, não se preocupe, as ilhas da Tailândia são democráticas e oferecem tudo aquilo que você procura.Ao chegar nas praias nossos sentimentos era como se a viagem estivesse começando naquele momento. Afinal, somos do Ceará então temos contato com a praia diariamente. Escolhemos Koh Samui, uma pequena ilha situada no mar de Esmeralda do Golfo da Tailândia, para ser a primeira. A água bem verde com a areia bem branca que culminam em lagoas de um azul fantástico e irreal. O encanto de Samui resulta de um conjunto de diferentes sensações: quando o sol se põe sobre o esplendor das branquíssimas e solitárias praias, quando os olhos exploram as cores delicadas dos cercados de jasmim, em contraste com o verde profundo dos bosques de nozes de coco, quando de repente vê o sol lá no alto iluminando uma das ilhas mais lindas que já vi.

F
icamos hospedados no Ark Beach Hotel. Recomendo esse lugar porque além de oferecer uma ótima estrutura de resort, ela é cheio de turistas (bom para fazer amizade) e a noite ela é bem badalada. Com direito a show pirotécninos (que eu só tinha visto na minha cidade de Tauá), festinhas na beira da praia e os melhores drinks - aquele famoso balde que da amnésia. Cuidado com ele! 






A cidade é uma festa e não para 24 horas. Definitivamente: ela foi a minha favorita.
 Como a gente estava querendo aproveitar ficamos apenas pela cidade.Depois pegamos um boat e numa longa viagem chegamos em Koh PhaNgan. É onde acontece a famosa Full Moon Party e onde se pega um boat e vai para Koh Tao. Um dos pores do sol mais lindos do mundo. É único e especial. Foi nessa ilha que experimentei o shake de cogumelo. O efeito foi contrário: uma baita dor de cabeça e a confirmação que não preciso de nada disso. Valeu a tentativa, mas fico com a minha cerveja. Pelo menos rendeu umas boas risadas já que o pessoal estava viajando na maionese. A última ilha que ficamos foi em Kho Phiphi. Se prepareeeeee tem passeios bem irado. Não lembro os nomes das ilhas, e confesso estou com preguiça de procurar.

Mas voltando o assunto do propósito da minha viagem, estar com amigos de lo
nga data em que fazia mais de um ano que não se via, onde nossos encontros se resumiam aos papos via whatssap, facetime e saber que nada mudou realmente é muito valioso. Todas as brincadeiras da viagem como a tentativa de fazer o “perolandoporai” bombar, foi tão rico quanto estar na virada do sol ou naquele quartinho frio ouvindo as performances malucas deles. Isso que eu chamo de boa viagem e de bons amigos. Só uma dica: sozinha ou acompanhada não esqueça do protetor solar. O sol de lá é quente para rachar.


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